terça-feira, 20 de junho de 2017

III FÓRUM DE SEGURANÇA PÚBLICA EM 07 CD JULHO 2017


quarta-feira, 14 de junho de 2017

General faz comentário épico sobre jornalista atacada em voo



A jornalista Miriam Leitão queixou-se de ser ataca por simpatizantes do PT durante um voo que saiu de Brasília e ia para o Rio de Janeiro.

A respeito disso, o Eminente General Paulo Chagas publicou um texto épico sobre o assunto.

Confira a íntegra da publicação do Eminente militar:

Caros amigos
Miriam Leitão sofreu um “ataque de violência verbal por parte de delegados do PT dentro de um voo”. Foi ameaçada, teve seu nome achincalhado e foi acusada de ter defendido posições que diz que não defende.
Bem feito! É assim que ela se conduz quando se trata de “reportar” sua ira contra os militares, como se nunca tivesse sido aliada de terroristas ou conivente com atos de terrorismo.

Ao ser chamada de terrorista, tantas décadas depois, certamente lembrou-se do que já foi.
Por ironia do destino, foi a mesma Policia Federal que, em 1972, a prendeu, que tentou livra-la do constrangimento e da intimidação dos vândalos comunistas, todavia, nem nessa hora, sua incipiente humildade conseguiu vencer a arrogância vingativa: “Diga à Polícia Federal que enfrentei a ditadura. Não tenho medo. De nada”(sic). Exceto de cobra! É o que deveria ter acrescentado, pelo menos para manter a coerência com a sua versão da história.
Os delegados do PT a ofenderam e mostraram, segundo ela, uma visão totalmente distorcida do seu trabalho. Novamente me cabe dizer “bem feito”, porquanto é exatamente o que ela faz quando se trata de reportar o trabalho dos órgãos de segurança em face das ações da organização terrorista da qual fez parte como Amélia. Seria analogia à mulher de verdade ou seu exemplar desempenho na organização criminosa?
Ela sabe que o que sofreu mostra a verdadeira cara do PT e de toda a esquerda que representa, mas seu comprometimento ideológico a obriga a dizer que não e, ao mesmo tempo, a vangloriar-se de ter sido citada positivamente por, nada mais nada menos, que o quadrilheiro chefe, Lula da Silva! É a manifestação da incoerência congênita da esquerda!

Foi um erro do partido ser achincalha-la, afinal ela é uma jornalista de esquerda, comprometida com seu passado terrorista e que, confessadamente, continuará a fazer o trabalho de sempre.

De qualquer forma, valeu saber que não lhe agradou o gosto amargo do seu próprio veneno!

Bem feito!

Gen Bda Paulo Chagas


Fonte: Via papotv.com.br

quarta-feira, 7 de junho de 2017

Trump dá mais um recado à ONU: se a Comissão de Direitos Humanos continuar com seu perfil anti-americano, anti-Israel, anti-Ocidente e a favor da bandidagem, os EUA sairão do órgão.

Trump ameaça abandonar órgão de direitos humanos da ONU

Administração republicana pressiona para que demais governos membros da entidade tenham uma atitude menos ofensiva contra Israel

Jamil Chade, Correspondente / Genebra, O Estado de S.Paulo
Depois de anunciar que deixará o Acordo de Paris sobre mudanças climáticas, o governo dos EUA ameaça agora abandonar o Conselho de Direitos Humanos da ONU. A embaixadora americana na ONU, Nikki Haley, alertará na terça-feira, 6, aos demais governos membros do órgão da entidade que, se não houver uma reforma e uma atitude menos ofensiva contra Israel, o presidente Donald Trump tomará essa decisão.

Nikki Haley, embaixadora dos EUA na ONU, falou à CNN sobre saída do país do Acordo de Paris Foto: Pablo Martinez/AP
Dentro do governo americano, diplomatas revelam que uma decisão será tomada ao fim da sessão que começa amanhã e durará três semanas. O grupo, formado por 47 países, volta a se reunir em setembro. 

O suspense, assim como ocorreu no caso do Acordo de Paris, tem deixado governos estrangeiros e ONGs irritados. Há poucas semanas, entidades de direitos humanos dos EUA enviaram uma carta para a administração de Trump alertando para os riscos de abandonar o órgão da ONU, abrindo espaço apenas para governos autoritários ou posições que sejam contrárias às dos EUA. 

Mas, num editorial publicado no Washington Post, Nikki afirmou que, da forma que está, o Conselho não atende aos interesses dos EUA. “À medida que o organismo de defesa dos direitos humanos se transformou em um abrigo para os ditadores, a ideia de uma cooperação internacional para defender a dignidade humana não tem mais crédito”, escreveu. “Vamos discutir com o Conselho de Direitos Humanos o que funciona e o que não funciona, e ver como podemos fazer reformas”, disse. 
Nesta semana, em Genebra, além de seu discurso no Conselho, a embaixadora ainda usará seu tempo para criticar abertamente o fato de a Venezuela fazer parte do órgão máximo de direitos humanos da ONU, mesmo diante da crise que vive o país e os abusos do governo. O governo americano planeja promover um evento especial sobre as violações de direitos humanos em Caracas. Outro ataque ainda será dirigido ao governo de Cuba, também parte do Conselho. 

Críticos do governo americano alertam que a Casa Branca não tem adotado a mesma postura de ataque sobre o fato de a Arábia Saudita ser um dos membros do mesmo Conselho da ONU. Riad é um dos principais aliados dos EUA no Oriente Médio. 
O Egito, denunciado por violações de direitos humanos, é também outro membro do órgão, mas tampouco sofre ataques de Washington. 

A proximidade de Trump com líderes autoritários

Nikki quer garantias de que Israel não será alvo de um número considerado pelo governo americano como “desproporcional” de resoluções apresentadas pelos membros que serão votadas em três semanas. 
Segundo ela, em sua história, o Conselho aprovou mais de 70 resoluções contra Israel e apenas 7 contra o Irã. Mas, para entidades americanas como Freedom House, sair do órgão da ONU não vai resolver essa questão e pode apenas agravar o uso do Conselho contra os interesses de Israel ou dos EUA.


Fonte: http://internacional.estadao.com.br/noticias/geral

terça-feira, 6 de junho de 2017

Carioca se candidata a presidente da República por eleição indireta

O carioca João Ricardo Moderno protocolou candidatura por eleição indireta à Presidência da República pelo partido Liga / Foto: reprodução

É carioca o único candidato protocolado no Congresso Nacional, até o momento, à Presidência da República por eleição indireta – caso o presidente Temer renuncie, sofra impeachment ou seu mandato seja cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral. O partido Liga Democrática Liberal, ainda em formação, elegeu o presidente da Academia Nacional de Filosofia, João Ricardo Moderno, para essa missão.

Moderno é contra as eleições diretas neste momento, que, para ele, configurariam um “golpe de Estado”. “Não estamos vivendo nenhuma ruptura da democracia, as instituições estão funcionando, não podemos mudar a Constituição às pressas”, diz o professor da UERJ, observando que os mandatos de governadores, senadores, deputados federais e estaduais, previstos para durarem até 2019, seriam interrompidos e poderiam gerar mais uma crise.

“Mesmo que eu perca, me sinto no dever ético de provocar um debate, uma alternativa de candidatura que não seja a de um representante de uma quadrilha, pois é isso que o Brasil está vivendo, uma guerra de quadrilhas – no nosso país, ninguém tem vergonha de ser ladrão, ninguém confessa arrependimento dos erros”. Moderno também apresenta uma vantagem de sua candidatura: “Minha campanha custaria zero centavos”. O Brasil nunca teve um presidente filósofo.

Enviado por: Marcia Bahia
http://lulacerda.ig.com.br/carioca-se-candidata-a-presidente-da-republica-por-eleicao-indireta/

terça-feira, 30 de maio de 2017

LIGA DEMOCRÁTICA LIBERAL - LIGA

O Brasil precisa ser RENOVADO em todas as esferas - Chega de Corrupção.

Vem ai - LIGA

Marcelo M. Presidente Nacional do LIGA
Sei que muitos, principalmente de direita, estão decepcionados com políticos; mas a política não deve nem pode ser ignorada, já que a exercemos desde que nascemos. Nossa primeira manifestação política é o choro, que notadamente é percebido por nossa mãe que cede seu peito para nos alimentar; e assim procedemos por toda nossa existência. Havemos de nos manifestar para que a política seja exercida em prol de todos.

A Liga Democrática Liberal é um partido liberal-conservador, que defende a livre-iniciativa, as liberdades individuais - de ir e vir, associação, religiosa, de expressão -, bem como o direito à legítima defesa através do direito à posse e porte de armas de fogo. Nós defendemos os valores ocidentais que inspiraram a revolução americana, e temos como referências autores como Russell Kirk e Edmund Burke.

Nós acreditamos que apenas nas democracias liberais ocidentais é possível viver em prosperidade e liberdade, e acreditamos que uma economia industrial avançada - regida por um sistema democrático, com livre imprensa e espaço para a expressão de opiniões contrárias - é o tipo de sociedade na qual a vasta maioria da população pode buscar sua felicidade.
  


A LIGA é contrária aos movimentos Estado Islâmico, Hamas, Hezbollah, ao Fatah e a todos os demais representantes do Islã político e movimentos secularistas (ou religiosos) antissemitas - a LIGA também é a favor do Estado de Israel e entende que apenas neste país, entre todos os Estados do levante e regiões próximas (como península arábica e Egito), há liberdade política, tanto para os cidadãos judeus quanto para os cidadãos muçulmanos e cristãos. Cidadãos judeus e cristãos de Estados vizinhos estão constantemente sob pressão e perseguição perpetrada por regimes e movimentos de caráter ostensivamente genocida - por esta razão, apenas Israel é uma legítima democracia liberal, no levante e áreas de maioria árabe, nas quais até mesmo os cidadãos muçulmanos possuem muito menos liberdade. Em Israel, manifestantes muçulmanos têm direito à palavra - nos regimes islamistas, os muçulmanos que ousam se manifestar contra o regime são brutalmente perseguidos e assassinados (como nas ditaduras baathistas, na antiga ditadura de Kadafi, no antigo regime taliban e similares, socialistas-árabes ou confessionais).

Conforme consta em nosso estatuto:

Art. 6º - Os pontos de organização social defendidos pela Liga Democrática Liberal - LIGA são: o Estado de Direito, a democracia representativa, a economia de mercado, a descentralização do poder estatal e a redução de sua interferência na vida privada dos cidadãos. A LIGA defende incondicionalmente o direito à vida, à liberdade e à propriedade privada assim como os direitos e garantias individuais decorrentes dela - a responsabilidade individual, a liberdade de expressão, o direito inalienável à legítima defesa, a igualdade de todos perante a lei, o direito de ir e vir, a liberdade de associação e a liberdade religiosa. A Liga Democrática Liberal – LIGA foi constituída com a compreensão de que uma sociedade ocidental capitalista industrial desenvolvida, que é inspirada nos valores defendidos na tradição judaico-cristã e que organiza sua economia e política sob os princípios esposados pelo pensamento liberal clássico - liberdades de expressão, manifestação, associação, religiosa, ir e vir e direito à propriedade -, é uma sociedade na qual a felicidade de todos os indivíduos, de todas as classes sociais, é mais facilmente alcançada.
 
Art. 18 - Será, para fins deste Estatuto, considerada infidelidade partidária as seguintes práticas ou omissões por parte dos parlamentares da Liga Democrática Liberal – LIGA:
f) promover, em caráter público ou privado, qualquer ideologia baseada em etnia, perseguição religiosa, gênero , classe, anticristianismo - velado ou ostensivo -, antissionismo, desarmamentismo - ou qualquer política de controle de armas da população civil -, antissemitismo - velado ou ostensivo - e anticapitalismo - na forma de ideologias de inspiração marxista, ambientalista, anarquista, nazi-fascista ou eurasianista, conforme definição estipulada pelo secretariado político e ratificada pelo Diretório Nacional.
  
Art. 118 – É garantido aos militantes o direito de organizar discussões e grupos de defesa de bandeiras políticas e econômicas específicas, sob a orientação dos valores tradicionais judaico-cristãos e dos princípios econômicos liberais clássicos.

§ 2º Está garantida aos grupos de defesa de bandeiras políticas e econômicas específicas a expressão de suas posições nos órgãos de imprensa internos do Partido, observando-se a contraposição pétrea que todos os grupos dentro do partido devem trazer a quaisquer orientações políticas socialistas, totalitárias - anticapitalistas ou não -, de gênero, etnia, classe, anticristãs ou antissemitas.

O "ônibus" LIGA segue seu itinerário, já quase lotado de pessoas de bem para o bem. O Diretório do Distrito Federal já é uma realidade, nosso maior objetivo neste momento são as fichas de apoiamento. O modelo está disponível em nosso site, podendo ser impresso, preenchido e a nós enviado.

http://www.partidoliga.com.br/

sábado, 27 de maio de 2017

Manifestação a favor da Cracolândia - FIM DO MUNDO

Loucura atinge ápice: manifestação a favor da Cracolândia
As pragas da insanidade correm soltas pelo país, mas é difícil imaginar algo mais estarrecedor do que “manifestantes”, ONGs e juristas pelo direito ao crack

Por Vilma Gryzinski
Mundo dos zumbis: rede de proteção que prega permissividade total criou um território livre da lei (Paulo Whitaker/Reuters)

Quem anda de metrô, tem conta em banco e assina serviços de internet costuma ser chamado de usuário. Sem saber, todas estas pessoas estão na companhia dos infelizes e perigosos viciados em crack que transformaram um pedaço de São Paulo numa sucursal do inferno.

Existem viciados em praticamente todos os lugares do Brasil, mas só em São Paulo existe uma rede de proteção ao vício, ao tráfico e ao crime. Por isso, a Cracolândia se transformou em território livre de viciados, traficantes e criminosos.

Qualquer iniciativa tomada para acabar com este escândalo a céu aberto é imediatamente contestada por especialistas preocupados com tudo, menos com os cidadãos infernizados por esta aberração.
Consideram que os viciados são doentes – como se estivessem indo ao trabalho ou à escola e tivessem sido picados por algum dos pernilongos assassinos que pululam no nosso meio-ambiente. Mas não doentes comuns, daqueles amontoados nos serviços públicos de saúdes.

Segundo estes especialistas, cada um dos viciados, ou “usuários”, teria que ser acompanhado dia e noite por uma equipe multidisciplinar. Psicólogos, psiquiatras, médicos especialistas em todas as inúmeras enfermidades que adquirem através de seu estilo arriscado de vida.

Terapeutas, talvez acupunturistas e massagistas. Também arquitetos que desenhariam as moradias bem planejadas onde ficariam abrigados, com banheiras de hidromassagem para relaxar as tensões.

DROGAS RECREATIVAS

Pelo menos, advogados, juristas e promotores eles já têm. Encostou na Cracolândia e o mundo vem abaixo com um vigor não encontrado em todas as outras inúmeras áreas onde falta praticamente de tudo à população, em especial aos mais pobres.
A última novidade foi uma manifestação a favor da Cracolândia. Repetindo: a favor da Cracolândia. Não era muito grande, mas teve repercussão e cobertura enormes. Só saiu um pouco do noticiário porque um outro pessoal da mesma estirpe estava tocando fogo em ministérios em Brasilia.

Marchas pela legalização da maconha são comuns – e redundantes, consideram-se que na prática seu uso é livre. Em geral, jovens de classe média usam drogas recreativas que só causam impacto forte na saúde mental em quem tem predisposição a determinados distúrbios ou for um idiota total.
Marcha pela Cracolândia é uma aberração tão distorcida que até os jornais estrangeiros loucos por um “progressismo” ficaram um pouco fora dessa. A BBC registrou a intervenção e os “críticos” que dizem que ela “vai meramente empurrar o problema para outras partes da cidade”.

VERTIGEM NACIONAL

O que foi feito na Cracolândia em São Paulo pode ser discutido e contestado até o fim dos tempos. Mas é impossível não ver a motivação política por trás das reações desequilibradas que provocou.

O titular da prefeitura, evidentemente, tem seus interesses e entende muito bem o repúdio universal ao espetáculo grotesco da Cracolândia. No universo das pessoas comuns, evidentemente.

Os que condenam a ação têm pavor da popularidade gerada por iniciativas como a que tomou. Inclusive entre os que são, nominalmente, correligionários. Na vertigem nacional em que o país está mergulhado, qualquer índice de popularidade pode acabar no Planalto.
O crack destrói cidadãos principalmente das camadas mais pobres. Quem já viu uma pessoa normal se transformar em zumbi, de olhos e alma capturados pelo vício, sabe o que acontece. Família, trabalho, moradia, amigos, dentes, roupas e, por fim, sapatos, tudo é tragado.
“Usuários” passam a exalar um cheiro terrível.Traficam, roubam, assaltam, se prostituem, engravidam e dão à luz crianças devastadas pelo vício.  O olhar humilde de quem pede um dinheirinho para o “ônibus” se transforma em ameaçador, movido fissura incontrolável pela pedra maldita.
De que outra forma quem não trabalha pode sustentar um vício avassalador? Muitos alternam períodos de remissão, quando se afastam do vício e conseguem trabalhar. Devem receber todo o apoio. Daí vem a recidiva. De ciclo em ciclo, chegam ao fundo, quando perdem o principal: o poder de tomar decisões.

MUDANÇA DE TURNO

Proteger os mais desprotegidos é uma obrigação das sociedades civilizadas. Ter compaixão e oferecer ajuda aos viciados é um dever moral. Que não pode ser confundido com um laissez-faire ideologizado, com permissividade incondicional e paralisante.
Mas quem está preocupado com moradores, transeuntes, donos de pequenos comércios, todos infernizados pelo território livre de viciados e traficantes? Com os trabalhadores humildes assaltados por um celular que vai virar pedra?
Quem já olhou pelas janelas dos prédios onde as castas superiores trabalham e viu faxineiras sairem em grupo, na hora da mudança de turno, agarrando as bolsas, tentando se proteger mutuamente dos “nóias” ?
Muitas dessas mulheres demonstram bondade com os viciados que, em seus bairros, “não fazem mal a ninguém”, exceto pelo tráfico entre si. Têm medo muito maior de que seus filhos sejam “levados” para o mundo dos zumbis.

POLTRONA MOLE

Do alto de seu saber jurídico, os membros das castas não levantam sequer um dedinho humanitário para fazer algo contra o fluxo constante e inalterado de cocaína transformada em crack diante de seus próprios olhos. Quando se dão ao trabalho de olhar, claro.
Em suas ONGs moderninhas, advogados brilhantes e ascendentes são pagos para defender com argumentos bem escritos, que aprenderam nas melhores faculdades, a legalização das drogas.
Convivem com seu benfeitores ricos, aprendem a tomar vinhos cada vez melhores, andam de bicicletas cheias de maiúsculas. Quando realizam o sonho de comprar uma poltrona Mole, objeto de desejo a um nível quase tão absoluto quanto as pedras de crack para os viciados, foram totalmente cooptados. Moralmente, estão mais moles do que a poltrona.

E, ainda por cima, todos se acham paladinos da justiça.

http://veja.abril.com.br/blog/mundialista

sexta-feira, 26 de maio de 2017

PENA DE MÃE QUE ROUBOU OVOS DE PÁSCOA É MAIOR DO QUE A DE RÉUS DA LAVA JATO

STF NEGOU O PEDIDO DE LIBERDADE À MULHER, QUE TEM 4 FILHOS

Redação
O ministro Nefi Cordeiro, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou liberdade a uma mãe de quatro crianças condenada a três anos, dois meses de prisão por furtar ovos de Páscoa e um quilo de peito de frango.
A pena estipulada a ela chega a ser maior do que a de alguns condenados na Operação Lava Jato.
O crime de Maria* aconteceu há dois anos. Ela foi presa em flagrante por furtar produtos de um supermercado de Matão, em São Paulo. Permaneceu reclusa por cinco meses, até que um juiz concedeu a liberdade provisória. Condenada em primeiro grau, ela teve a sentença mantida em segunda instância e voltou ao cárcere em novembro de 2016, grávida. A detenta deu à luz no último 28 de abril e vive com o filho em uma cela, cuja capacidade é de 12 pessoas, ao lado de outras 18 lactantes.
A Defensoria Pública de São Paulo pediu o habeas corpus na última sexta-feira, 19, com os argumentos de que a sentença era desproporcional à tentativa de furto e de que Maria* é mãe de quatro crianças.
Para a defensora Maíra Coraci Diniz, a extensão da pena da mãe é "absurda", ao se considerar o caráter pouco impactante e lesivo do crime. Diante disso, ela acionou o STJ para pedir a atipicidade material da conduta (anulação por ser crime insignificante), a readequação da pena ou a prisão domiciliar, garantida pela lei às mães responsáveis por filhos menores de 12 anos.
No entanto, para o ministro relator da ação, não há "evidente constrangimento ilegal" que justificasse a concessão da liminar de soltura de Maria*.
Cordeiro manteve Maria* em regime fechado por "não vislumbrar a presença dos requisitos autorizativos da medida urgente".
A decisão foi publicada na manhã desta quinta-feira e consta no acompanhamento processual da Corte. O habeas corpus, segundo ele, é medida excepcional.


Fonte: diariodopoder.com.br