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terça-feira, 29 de julho de 2014

CRUZ VERMELHA NO BRASIL - UMA VERGONHA INTERNACIONAL



Cruz Vermelha pensa em encerrar suas atividades no país por causa de escândalo de desvio de doações. Mais uma vergonha para o Brasil.

Essa semana foi caótica para a reputação de nosso país. Depois do ministro israelense dizer que o Brasil é insignificante em relação ao cenário político mundial (Veja aqui), surge um novo escândalo de proporções gigantescas, que certamente afetara a reputação do país diante da comunidade internacional. A atual diretoria da Cruz vermelha revelou que doações arrecadadas pela sede brasileira para assistir vítimas de catástrofes ocorridas na Somália, Japão e Região Serrana do Rio foram desviadas de cofres da entidade humanitária.  

Uma auditoria encomendada pela própria entidade, atualmente chefiada por um coronel da reserva, descobriu que doações arrecadadas em pelo menos três campanhas foram desviadas de seus objetivos.  
As campanhas foram para socorrer vítimas de conflitos na Somália, para fornecer ajuda às vítimas do maremoto de 2011 no Japão e das enchentes na região serrana do Rio de Janeiro. Nas duas primeiras campanhas, foram desviados R$ 212 mil, na terceira perto de R$ 1,6 milhão.

O montante desviado desviada foi parar nos cofres de uma ONG que pertence à Alzira Qirino da Silva, mãe de Anderson Marcelo Choucino, vice-presidente da Cruz Vermelha Brasileira na época em que as doações foram arrecadadas. 

Segundo informações divulgadas pelo jornal Impresso Agora São Paulo, o nome da ONG seria Humanus, e pelo que apuramos, o nome correto é instituto Humanus, ou "INSTITUTO INTERAMERICANO DE DESENVOLVIMENTO HUMANO". O instituto em questão foi reconhecido como de utilidade pública em 2011, conforme figura ao lado, extrato do Diário Oficial do Estado do Maranhão.

Outra parcela das doações, R$ 523 mil, foi depositada em fundos de aplicações e, depois, teve destino ainda desconhecido.

O atual diretor da entidade no Brasil, Coronel Paulo Roberto, que é militar da reserva do Exército, vai entregar os relatórios da auditoria para a justiça. As irregularidades detectadas são relacionadas a administração anterior, Paulo Roberto disse ainda que a administração internacional já cogita a possibilidade de encerrar as atividades em nosso país.

terça-feira, 22 de julho de 2014

Ministério da Saúde lança edital com 748 vagas para o DF e RJ

Os salários variam de R$ 2.205,20 a R$ R$ 6.648,1
Lorena Pacheco

O Ministério da Saúde lançou novo concurso público para lotação no Distrito Federal e Rio de Janeiro. São 748 vagas de nível médio e superior. De acordo com o edital, publicado no Diário Oficial da União desta terça-feira (22/7), os salários variam de R$ 2.205,20 a R$ R$ 6.648,15. Do total de chances 181 é para lotação na capital federal. 


A Fundação Professor Carlos Augusto Bittercourt (Funcab) é a banca organizadora, as inscrições poderaõ ser feitas pelo site www.funcab.org. As datas não foram divulgadas, mas as taxas vão de R$ 78 a R$ 97. Do total das vagas 20% são reservadas para negros e 5% para deficientes. 



Haverá prova objetiva, discursiva e de redação, e prova de títulos, dependendo do cargo escolhido. As datas também serão posteriormente anunciadas. 



Quem possui nível superior pode disputar o cargo de analista em C&T Sênior para as áreas de atuação em desenvolvimento institucional, tecnologia da informação, administração pública, gerenciamento de dados de pesquisa de câncer, cooperação internacional, engenharia clínica, engenharia de infraestrutura (arquitetura), engenharia mecânica, engenharia civil, administração hospitalar, administração pública, jornalismo, publicidade e propaganda, entre outras áreas. 



Há ainda o cargo de tecnologista sênior nas áreas de biólogo, biomédico e medicina (endoscopia, oftalmologia, urologia, emergência pediátrica, cirurgia plástica, etc). Já o cargo de tecnologista pleno nas áreas de biologia, nutrição clínica, nutrição em produção, oncologia, enfermagem, serviço social, programas educacionais em saúde, prevenção e controle de câncer, política nacional de controle do tabaco, medicina (dermatologia, radioterapia, hematologia, hemoterapia, radiologia, etc). E o cargo de tecnologia júnior, para as áreas de biologia, física, terapia ocupacional e medicina (anestesiologia, cancerologia, cirurgia cabeça e pescoço, cirurgia vascular, clínica médica, emergência, infectologia, intensiva, mastologia, neurologia, radioterapia, etc). 



Para nível médio o cargo é o de assistente em C&T, para área de apoio técnico administrativo. Para concorrer ao posto ainda é exigido experiência de no mínimo um ano am atividades técnico-administrativas. O cargo de técnico também exige nível médio para atuação como técnico de hemoterapia, radioterapia, enfermagem, análise clínica, prótese dentária, anatomia, laboratório, farmácia, entre outros.

Fonte: Correio Web.

Forças Armadas e PF são instituições mais confiáveis, diz Datafolha

Pesquisa foi encomendada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Partidos políticos e Congresso Nacional ficaram em último lugar.

Do G1, em Brasília
Pesquisa Datafolha encomendada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e divulgada nesta segunda-feira (21) aponta que as Forças Armadas são a instituição com maior nível de confiança dos brasileiros.
Os partidos políticos são os menos confiáveis, de acordo com levantamento.
O estudo ouviu 2.126 pessoas, em 134 municípios de todas as regiões do país, entre os dias 6 e 10 de junho.
A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. A OAB encomenda a pesquisa anualmente há mais de dez anos.
Após as Forças Armadas, a Polícia Federal e a OAB foram as instituições com melhor avaliação por parte dos entrevistados.

Dentre as insatisfações do brasileiro, a saúde figura em primeiro lugar, para 38% dos entrevistados. O número é maior que em comparação a 2003, quando somente 6% dos entrevistados se declaravam insatisfeitos com o setor.
A questão da violência pública vem em seguida para 15% dos entrevistados.
A corrupção aparece como a terceira maior causa de incômodo, para 14% das pessoas ouvidas pelo Datafolha.
Na educação, o descontentamento pulou de 4% em 2003 para 10% na pesquisa atual.

Instituições mais confiáveis
1º Forças Armadas
2° Polícia Federal
3º Ordem dos Advogados do Brasil
4º Igreja Católica
5º Poder Judiciário
6º Imprensa e Ministério Público
7º Sindicatos dos trabalhadores
8º Bancos e financeiras
9º Empresas estatais
10º Presidência da República
11º Igreja Universal do Reino de Deus
12º Congresso Nacional
13º Partidos políticos
Fonte: G1

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Parlamentares custarão R$ 228 milhões no “recesso branco”

Valor que será repassado a congressistas no período em que estarão em campanha daria para sustentar 1 milhão de pessoas com o Bolsa Família por um ano. Eles só vão trabalhar em quatro dos próximos 79 dias
 


Divulgação

Gasto no período em que parlamentares estarão em campanha bancariam Bolsa Família para 1 milhão de pessoas por um ano

Nos próximos 79 dias, os parlamentares só serão chamados a comparecer a Brasília quatro vezes. Até lá, porém, vão deixar uma conta salgada para o contribuinte arcar. Apenas entre salários e benefícios atrelados aos gabinetes dos 594 deputados e senadores, os cofres públicos vão bancar R$ 228 milhões nesse período. O valor é expressivo. Daria, por exemplo, para custear o programa Bolsa Família durante um ano para 299 mil famílias, ou mais de um milhão de pessoas. Também permitiria construir um bairro inteiro de uma cidade, erguendo-se mais de 3.400 casas populares de dois quartos e 58 metros quadrados, de acordo com os custos do estado de São Paulo.

O cálculo é de levantamento exclusivo do Congresso em Foco sobre os custos do Legislativo diretamente atrelados aos congressistas. A Câmara e o Senado começam, nesta sexta-feira (18), um longo “recesso branco”, que vai até as eleições de outubro. Mesmo praticamente sem votações, as despesas serão mantidas como se houvesse trabalho normal nas duas Casas até 5 de outubro. Por acordo entre as lideranças partidárias, a prioridade nesse período será a campanha eleitoral. Antes dessa data, os deputados devem fazer um “esforço concentrado” em 5 e 6 de agosto e em 2 e 3 de setembro. Até o momento, os senadores só combinaram votações em 5 e 6 de agosto.

Entretanto, os salários permanecerão os mesmos. Assim, de 18 de julho a 5 de outubro, serão gastos, conforme o levantamento do Congresso em Foco, R$ 378 mil com cada deputado e R$ 422 mil com cada senador. No período, os 594 membros da Câmara vão custar R$ 194 milhões. Os 81 senadores, R$ 34 milhões.

Copa do Mundo

Os gastos públicos com plenário vazio já estão correndo por conta do contribuinte. A fatura chega a R$ 332 milhões quando são somados os custos dos parlamentares ainda em junho, mês das tradicionais festas de São João, das convenções partidárias e do começo da Copa do Mundo. Desde o mês passado, o Congresso tem atividades esparsas, reunindo-se esporadicamente com um “esforço concentrado” aqui e outro ali.

Na Câmara, por exemplo, foram marcadas apenas sessões em quatro dias depois da Copa. Mas só houve votações nos dias 1º, 2 e 15 de julho, quando foram aprovadas propostas como a polêmica pensão para a atleta Laís Souza, o texto-base da profissão de motorista e a indicação de Bruno Dantas para ministro do Tribunal de Contas da União (TCU).

Mantidas como se houvesse trabalho normal no Congresso, as despesas não agradaram a todos. “Deputados e senadores não podem conceder-se faltas remuneradas fora dos casos admitidos em normas legais”, reclamou o colunista Jânio de Freitas, na Folha de S.Paulo. “A Constituição e os Regimentos Internos da Câmara e do Senado não foram alterados.”

Compatibilidade com eleição

De acordo com as leis brasileiras, os deputados e senadores só poderiam entrar em recesso se tivessem votado, até esta quinta-feira (17), a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para o próximo ano. Mas isso não aconteceu. Por lei, o recesso deveria ser suspenso até a votação da norma. O que também não vai acontecer. As atividades no plenário ficarão suspensas, mas o presidente do Congresso, o senador Renan Calheiros (PMDB-AL), não enxerga “recesso branco”.

“Quando se deixa apenas de convocar a ordem do dia, não há recesso”, afirmou ele na terça-feira passada (15). “Nós vamos é compatibilizar o funcionamento do Congresso com a realização das eleições”, continuou.

Na Câmara, o presidente da Casa, Henrique Alves (PMDB-RN), chegou a nomear uma comissão representativa para atuar no recesso branco. De acordo com as regras do Parlamento, isso só poderia ser feito se o recesso acontecesse oficialmente.

“Dificilmente teríamos quórum nas próximas semanas em razão das campanhas eleitorais, que é uma realidade do país”, afirmou Alves, ao justificar desmarcar as sessões, na terça-feira. “Então seria difícil o quórum. Essa foi a decisão unânime dos senhores líderes”, disse o presidente da Câmara.

Sem estimativa

O cálculo do Congresso em Foco inclui o subsídio parlamentar, de R$ 26.723 por mês, e uma série de benefícios como ajudas de custo, auxílio-moradia, verba de gabinete para contratar mais de 20 funcionários, verbas para bancar passagens aéreas, locação de veículos, serviços de segurança, combustíveis, correspondências, telefones, além de ressarcimentos médicos e odontológicos.
 

Uma parte dos benefícios sequer pode ser estimada, como as assinaturas de jornais no Senado e os materiais impressos na Câmara, ou a oferta de apartamentos funcionais em Brasília. O levantamento usou como base os valores máximos disponíveis para deputados e senadores e, quando foi possível, os gastos efetivamente feitos em cada tipo de benefício.
 

QUANTO CUSTA

Um deputado em um mês: R$ 143.847,91
Um senador em um mês: R$ 160.567,13
Um deputado de hoje até as eleições: R$ 378.799,4
Um senador de hoje até as eleições: R$ 422.826,78
Total dos 594 parlamentares de hoje até as eleições: R$ 228.573.107,16
 
Fonte: Congresso em Foco

PROMOÇÃO QUADRO ESPECIAL 3º SARGENTO E 2º SARGENTO (SGT QE) - Extraído do site da DAPROM

“PROMOÇÃO NO QUADRO ESPECIAL DE TERCEIROS-SARGENTOS E SEGUNDOS-SARGENTOS DO EXÉRCITO (SGT QE), INTEGRANTES DO QUADRO DE PESSOAL MILITAR DO EXÉRCITO


A DA Prom tem recebido vários requerimentos de promoção em ressarcimento de preterição de Cabos Estabilizados e 3° Sargentos QE, da mesma forma os Cmdo Mil A tem recebido requerimentos semelhantes, incluindo-se os Taifeiros-Mor.
 
Sobre o assunto esclarecemos o seguinte:

a) O Quadro Especial de Terceiros-Sargentos foi criado pelo Decreto n° 86.289, de 11 AGO 1981, com a finalidade de aproveitar os cabos da ativa com estabilidade assegurada, sendo que o referido Quadro foi reorganizado pela Lei n° 10.951, de 22 SET 04, hoje revogada pela Lei n° 12.872, de 24 OUT 13;

b) Em 2013, com a edição da Lei nº 12.872, de 24 OUT 13, foi criado o Quadro Especial de Terceiros-Sargentos e Segundos-Sargentos do Exército, dando a possibilidade de ascensão à graduação de 2° Sgt QE;

c) Em 2014, foi editado o Decreto n° 8.254, de 26 MAIO 14, para regulamentar o art. 15, art. 16 e art. 17 da Lei nº 12.872, de 24 OUT 13, revogando o Decreto n° 86.289, de 11 AGO 1981;

d) Os militares do Quadro Especial agora são regidos pela  Lei nº 12.872, de 24 OUT 13 e pelo prescrito no Decreto n° 8.254, de 26 MAIO 14;

e) Para a promoção no Quadro Especial, serão organizados Quadros de Acesso distintos para os Cabos e Taifeiros-Mor, que irão estabelecer a quantidade de vagas para a promoção, proporcionalmente à quantidade de Cabos e Taifeiros-Mor aptos a serem promovidos;

f) Destaca-se que o total de militares promovidos sempre seguirá o número de vagas permitido em lei, pois para definir o efetivo a ser promovido, o Estado-Maior do Exército (EME) está adstrito ao Decreto Presidencial que estabelece a distribuição dos efetivos do pessoal militar do Exército a vigorar em cada ano;

g) Desta forma, nem todos os militares que se enquadram no referido quadro e que contem com mais de 15 anos de serviço serão promovidos na mesma época, pois há necessidade de serem abrangidos pelos limites quantitativos de antiguidade estabelecidos pelo EME e pela quantidade de vagas disponíveis para cada promoção, sendo, portanto, condição sine qual no preenchimento de todos os requisitos legais exigidos para a promoção; e

h) A Lei nº 12.872, de 24 OUT 13, e o Decreto n° 8.254, de 26 MAIO 14, apenas alcança os militares da ativa.

terça-feira, 15 de julho de 2014

Politica: Iolando Almeida na bolsa de apostas em Brasília-DF

 

Iolando Almeida
Iolando Almeida
A posição do pré-candidato á distrital da pacata cidade de Brazlândia, Iolando Almeida, virou noticia nas rodas do poder em Brasilia. Um grupo de empresários e até observadores políticos do DF acreditam que o líder dos deficientes poderá ocupar uma cadeira na Câmara Legislativa ápartir de 2015.
Segundo as mais entusiasmadas avaliações, o pré- candidato faz parte de uma legenda que deverá eleger pelo menos um distrital nas eleições de outubro. Entre os nomes da legenda, o partido acredita que Iolando Almeida crescerá de uma eleição para outra e certamente garantirá uma vaga no parlamento do DF  na próxima legislatura.
 Cristão, Líder dos Deficientes e 3º Sargento da Aeronáutica. 
fonte: Blog do GBU.com

Políticos vão deixar projetos importantes de lado pra pensar só no bico deles - RECESSO EM BRANCO - Hora de mudança

Sem LDO, Congresso vai para novo “recesso branco”


Eleições e falta de acordo sobre aumento de policiais impedem votação do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias, obrigatória para o recesso parlamentar de julho

 

Presidente da Comissão Mista de Orçamento, Devanir Ribeiro já lamenta adiamento de votação da LDO
 
Por causa do início das campanhas eleitorais e de divergências em torno de temas como o reajuste para os policiais federais, o Congresso Nacional caminha, pelo segundo ano consecutivo, para o chamado “recesso branco” sem votar o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). A não votação da LDO vai impedir os congressistas de saírem oficialmente de recesso, entre 17 e 31 de julho. Na prática, porém, os parlamentares vão cuidar do que mais lhes interessa neste momento: fazer suas campanhas e garantir a continuidade dos mandatos e dos projetos políticos de seus aliados. A Copa do Mundo, as convenções partidárias e as festas juninas já paralisam o Legislativo desde o dia 12 de junho.
 
Nesta terça-feira (15), a Comissão Mista de Orçamento faz esforço final para votar o relatório preliminar à LDO. O texto prevê salário mínimo de R$ 779 no ano que vem, inflação de 5,3% este ano e de 4,5% em 2015. Mas não há consenso nem tempo para votá-lo. No ano passado, quando as manifestações de rua ainda sacudiam o país, o Congresso também fez “recesso branco” ao adiar para agosto a votação da LDO. Os congressistas, no entanto, desfrutaram do recesso, entre 18 e 31 de julho.
 
Para o presidente da Comissão de Orçamento, deputado Devanir Ribeiro (PT-SP), é “praticamente impossível” conseguir terminar tudo a tempo nesta semana, oficialmente a última antes do recesso. “Vamos fazer um esforço para que no dia 15 possamos votar pelo menos o relatório preliminar e poder abrir o prazo para apresentação das emendas”, afirmou.
 
Tudo ficará para agosto, diz Devanir. “Eu já não acredito mais que vote antes do recesso parlamentar. Na primeira semana de agosto, vai haver um esforço concentrado do Senado e da Câmara. Espero votar a LDO nessa oportunidade se não der para votar durante o recesso.”
 
A avaliação é a mesma da oposição. O deputado Ronaldo Caiado (DEM-GO), candidato ao Senado, passava o fim de tarde de ontem no estado, cuidando de sua campanha. Deveria chegar no Congresso só mais tarde, a pedido do presidente da Câmara, Henrique Alves (PMDB-RN), que desejava iniciar a semana de trabalho mais cedo. Ele disse ao Congresso em Foco que o clima eleitoral vai pesar para decretar um recesso branco. “Como no ano passado, infelizmente, tem essa rotina”, afirmou Caiado.
 
Ele defende incluir na LDO uma emenda para conceder aos policiais federais um reajuste imediato de 20% nos salários. Em uma medida provisória, a presidenta Dilma concedeu 12% agora e o restante apenas no ano que vem. Para Caiado, houve uma “quebra de acordo” com os servidores da Polícia Federal.
 
Além disso, pautas que opõem o Executivo e o Congresso também pesam para atrapalhar o andamento dos trabalhos. Os parlamentares querem cumprir compromissos com prefeitos, como aprovar o orçamento impositivo das emendas dos congressistas. Outro ponto de divergência é o aumento do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), de 1% para 2%. Essas matérias sofrem resistência no governo por afetarem as contas públicas.
 
Fonte: Congresso em Foco