IMPOSTÓMETRO

quinta-feira, 21 de março de 2013

OS MILITARES DAS FORÇAS ARMADAS E FORÇAS AUXILIAR, PRECISAM SE UNIR PARA 2014


Caro companheiro Chapa quente. Estava lendo a revista Veja, edição 2313, de 20 de março de 2013 e por acaso a entrevista nas chamadas páginas amarelas, com o ilustre e atual polêmico deputado federal Marco Feliciano, sob o título "Eu acredito no diálogo".
Aquilo que candidatos militares e outros poucos companheiros de farda sempre falam em época de eleições, está escrito nesta entrevista, sem entrelinhas. Estou dizendo da necessidade de elegermos representantes militares para lutar por nossos interesses nas diversas ocasiões e situações.

Está escrito na pag 21 da edição citada acima, quando o repórter perguntou ao deputado: "O que o senhor, como deputado, propôs para a situação de matutos, meninas violentadas e moradores de rua? "

Resposta do deputado: A minha área era outra .........................

Cada deputado é eleito por um grupo.  os parlamentares visam aos projetos para os seus grupos, Aqui não dá pra ser clinico-geral. Eu fui enviado aqui pelo movimento evangélico. Minha função primordial é não deixar que se aprove o PL 122, o projeto de lei que criminaliza a homofobia. Não queremos que ele seja aprovado tal como foi previsto. Ele precisa de alterações . ..................

Então, caro amigo Chapa quente, se os próprios politicos admitem publicamente que para serem eleitos são sustentados por um grupo e após eleitos, devem cuidar e defender os interesses destes grupo apoiador, o que será de nossa humilde classe que não se une em torno de candidatos militares????????

Para vossa reflexão e comentários!

Abraços

Cap R1 Vilmar

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