quinta-feira, 3 de julho de 2014

Militares tenam cadeiras no Legislativo. A luta por uma representação política deverá ser acirrada. Apoios e uso de siglas emprestadas raramente conseguem seguir uma só linha filosófico-ideológica.



Em São Paulo, Augusto Rosa, o presidente do Partido Militar nacional, ainda não regularizado, tenta uma vaga no Congresso Nacional pelo PR. Também em São Paulo o astronauta Marcos Pontes, grande apoiador do PMB, deve ser candidato a Deputado Federal pelo PSB (Partido Socialista Brasileiro). Major Olímpio, do PDT, também seria apoiado pelo Partido Militar, para o governo do estado. Mas teve que desistir de sua candidatura, pois O PDT vai apoiar Skaf do PMDB. Para presidente o PDT, partido de Olímpio, apoiará a candidatura de Dilma Roussef.

No Rio os pré-candidatos Sargento Feliciano, Gerson Paulo e Sargento Luiz Toledo, do PMB, devem vir apadrinhados pela sigla de direita PRTB, e apoiarão Levy Fidelix para a presidência do Brasil. Ha especulações sobre outras alianças do Partido Militar carioca, mas elas ainda permanecem como um mistério. Sabe-se que o presidente regional do PMB-Rio já foi sondado por assessores de Pezão, governador carioca, e provavelmente por outros partidos. Afinal, no Rio o eleitorado ligado aos militares deve ultrapassar 1 milhão. Como bom articulador que é, Gerson Paulo aguarda o melhor momento para a revelar sua estratégia. Ele diz que haverá surpresas agradáveis. Nas suas palavras, para que o PMB possa ter “condições de disputar calçado” nessas eleições   , pode haver alianças “coerentes com a ideologia de que comungamos”.
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Fonte: Robson A.D.Silva – Revista Sociedade Militar.

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