terça-feira, 28 de junho de 2016

R$ 150 milhões em emendas para o DF. Será que agora vai?


A bancada da capital no Congresso Nacional tem esse valor para destinar ao DF. Dinheiro tem, mas não há planejamento e nem gestão. Os recursos podem mais uma vez ir para o ralo
Amanhã os parlamentares do Distrito Federal se reunirão para definir onde o dinheiro será aplicado e terão até o dia 29 de junho para apresentar as emendas na Comissão que analisa a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Segundo o deputado Izalci (PSDB/DF), coordenador da bancada do DF no Congresso Nacional, nem com o advento das emendas impositivas e obrigatórias que passaram a vigorar em 2014, o Governo do Distrito Federal tem conseguido usar o dinheiro disponível para obras e programas estruturantes do DF.
“A falta de planejamento e, sobretudo de gestão faz com que o Distrito Federal perca a oportunidade de fazer projetos e obras importantes para a população”, avalia. “São projetos prioritários que deixaram de ser executados simplesmente por incompetência e descaso do GDF. Não faltou dinheiro, faltou vontade”, apontou Izalci.

BR-080 e Hospital do Câncer
As duas maiores emendas impositivas e obrigatórias definidas pela bancada do DF no ano passado ainda não foram executadas. Não por falta de dinheiro, mas, essencialmente por falta de vontade política. O Hospital do Câncer já está com projeto pronto e recursos liberados. Tudo indica que será executado.
Quanto à BR-080, a população ainda reivindica e luta para que seja feito o trecho considerado o mais perigoso, entre Brazlândia e Taguatinga - conhecido como “a estrada da morte”-, em razão dos inúmeros acidentes fatais na rodovia. Para o deputado Izalci, as emendas, cuja execução depende apenas da vontade e da diligência do GDF, precisam ser executadas. “No governo Agnelo, nada foi feito, a não ser o Estádio milionário que está aí às moscas e que, diga-se de passagem, não foi definido pela bancada e nem tampouco pela população. No governo Rollemberg, esperamos que seja diferente”, disparou.

A capital e seus problemas
Apesar de ser o único estado a contar com recursos exclusivos para pagar seus servidores da Educação, Saúde e Segurança Pública, parece que o GDF erra nas contas e passa por momentos para lá de difíceis.

Saúde – 900 médicos residentes estão em greve por não receberem seus proventos e auxílios, de acordo com o estabelecido em lei. Segundo a Associação, o GDF não cumpre a Portaria nº 74, de 29 de abril de 2015, do Secretário de Saúde do Distrito Federal, a qual “Regulamenta os Programas de Residência em Área Profissional da Saúde: Modalidade Multifuncional e Uniprofissional da Escola Superior de Ciências da Saúde (ESCS) e da Secretária de Estado de Saúde do Distrito Federal”.

Educação – O Programa de Descentralização Administrativa e Financeira (PDAF), instituído pelo Decreto nº 28.513/2007, no qual as escolas deveriam receber recursos para as necessidades de cada unidade não tem sido cumprido. “As escolas contam apenas com a vontade e o amor de seus diretores e professores. As despesas e a manutenção de muitas escolas só existem porque os servidores estão empenhados em mantê-las, gastando do próprio bolso com limpeza e manutenção. Os recursos para esses fins não estão sendo repassados”, denuncia Izalci.

Segurança Pública - O reajuste salarial das forças de Segurança Pública não foi ainda definido. O diálogo entre as partes é tudo que os servidores e a população desejam.

Saiba mais:
LDO –A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) tem como a principal finalidade orientar a elaboração dos orçamentos fiscais e da seguridade social e de investimento do Poder Público, incluindo os poderes Executivo, Legislativo, Judiciário e as empresas públicas e autarquias. Compreende as metas e prioridades da administração pública, incluindo as despesas de capital para o exercício financeiro subsequente e orienta a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA).

Fonte:https://www.facebook.com/notes/izalci/

5 comentários:

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  5. Fui temporário no exercito 8 csm, acho que os anos servidos ao ex militar que agora esta o inss, devem contar com as horas alem da jornada do trabalhador civil, em escala de serviço de 24h e não apenas os anos secos como se tivesse trabalhado 8h por dia sempre. Vi que no grosso da tropa, exemplo cabos e sargentos do Quadro especial que foi soldado cabo e sargento e concorrem a escala ate o fim da carreira, cuidando o armamento nos quarteis nas madrugadas, e também os sargentos de Escola, precisam finalizar a suas carreiras anos antes que os civis ou policia rodoviária federal (que tem melhores salários é compensação de folgas), e colegas do funcionalismo dos demais poderes, etc, porque nas Forças Armadas não recebem folgas pelas 24h trabalhadas(3 períodos de 8h). Ganham uns minutos para tomar um banho e iniciar o expediente como se nada tivesse acontecido, seguem mais 8h, fechando 32 horas direto sem hora extra em folga de compensação por isto. Assim foi calculado que um militar das Forças Armadas, normalmente é escalado 2 guardas de 24h ,(6 periodos de 8h) em dias de semana por mes, que rende 4 dias a mais trabalhado, porque 2 periodos de 8h é o normal e 1 guarda de 24h no domingo ou feriado, mais 3 dias trabalhados(tres períodos de 8h). Fora o expediente que é normal para todo funcionalismo, de segunda a sexta. então o militar trabalha 4+3 igual a 7 dias a mais por mes x 12 meses igual a 84 dias a mais trabalhado por ano. x 30 anos igual 2.520. se nao errei nos cálculos ja trabalha 7 anos a mais contando com as jornadas em instrução de campo. divide 2520 dias por 365 para ver quantos anos ja trabalha a mais. Para termos igualdade justo é diminuir o tempo de serviço dos milico.

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