sexta-feira, 11 de agosto de 2017

DIA 11 DE AGOSTO, DIA DO ADVOGADO


quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Liga Democrática Liberal-LIGA, nas Articulações no Distrito Federal.


Em Reunião realizada no dia 09 de agosto de 2017, com o então pré-candidato ao Governo de Brasília o Sr Jofran Frejat, tivemos a participação de várias lideranças comunitárias, entre nós estávamos, Paulo Roberto – Coordenador do Centro Oeste do Partido da Liga Democrática Liberal-LIGA, juntamente com sua diretoria entre eles o Sr Elton atual presidente da LIGA do DF, o Sr Rogério Marques do Conselho Tutelar do Itapuã, o Pastor Adhemar Mota – Presidente da COMEIB (COMEIB - Convenção de Ministros Evangélicos e Igrejas do Brasil), e representantes demais.
Conversamos sobre apoios e firmamentos; o futuro de Brasília entre outros assuntos.


Uma coisa nós falamos, A SAÚDE PRECISA VOLTAR.



A COMEIB (Convenção de Ministros Evangélicos e Igrejas do Brasil) está crescendo em Brasília, situada as igrejas em todas as cidades satélites de Brasília-DF.

Mudança na Constituição Federal, ou seja, atropelamento.

Distritão: O poder agora emana dos partidos políticos

O Presidente da Câmara Rodrigo Maia quer votar a reforma política em plenário já na semana que vem.

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10 de agosto de 2017
Foto: Reprodução

O polêmico destaque de autoria do PMDB, incluído de última hora na PEC 77, foi aprovado por 17 a 15 votos na calada da madrugada, com o apoio dos principais partidos políticos: PMDB, PSDB, DEM, PP e PSD, que serão os mais beneficiados se o novo modelo passar pelo plenário.

Pelo distritão, os mais bem votados serão os eleitos no legislativo. Seria perfeito se os partidos políticos brasileiros não fossem reféns de seus caciques/donos que ocupam as executivas com seus familiares.

O Distritão limitará os candidatos por partidos e isso dificulta a democracia e empodera as SIGLAS partidárias, que terão junto ao Distritão o Fundo Partidário Público para elegerem os privilegiados com a cobiçada legenda, possivelmente entregues aos seus pupilos. A PEC foi aprovada na comissão da reforma política e será encaminhada para aprovação do plenário da casa,  poderá valer na próxima eleição, se for aprovada. Caberá a cada diretório partidário a divisão do recurso, que será de aproximadamente 3,5 bilhões em 2018.

O Presidente da Câmara Rodrigo Maia quer votar a reforma política em plenário já na semana que vem.

O poder deixou de emanar do povo. Agora ele emana dos partidos.

Cris Oliveira


sexta-feira, 28 de julho de 2017

Forças Armadas no Rio de Janeiro - GARANTIA DA LEI E DA ORDEM

Edição extra do Diário Oficial autoriza o uso das Forças Armadas no Rio
Medida vai até o fim do ano, como parte do plano de segurança do governo federal no estado

POR EDUARDO BARRETTO
28/07/2017 14:00 / atualizado 28/07/2017 14:16
Comando Militar do Leste: Forças Armadas atuam na segurança do Rio. - Agência O Globo / Marcia Foletto

BRASÍLIA - O presidente Michel Temer autorizou uso das Forças Armadas no Rio até o fim do ano, como parte do plano de segurança do governo federal no estado. Nesta sexta-feira, em edição extra do Diário Oficial da União, Temer não especificou contingente de militares. Isso será estabelecido antes de cada operação, pelos Ministérios da Defesa, Justiça e Gabinete de Segurança Institucional (GSI).

O plano de segurança do governo federal para o Rio é prometido há quase três meses, quando o ministro do GSI, Sérgio Etchegoyen, havia anunciado que o estado seria o "laboratório" do Plano Nacional de Segurança. Ele dissera que seria montado um gabinete integrado de acompanhamento, a exemplo do que aconteceu na Olimpíada.

Mais cedo, o governador Luiz Fernando Pezão, em entrevista ao lado dos ministros da Defesa, Raul Jungmann, e da Justiça, Torquato Jardim, disse que, na noite da última quinta-feira, telefonou para o presidente Michel Temer e acertou a assinatura de Garantias da Lei e da Ordem (GLOs) até o fim de 2018.

De acordo com a Defesa, a GLO é invocada quando há "esgotamento das forças tradicionais de segurança pública, em graves situações de perturbação da ordem". O dispositivo constitucional, de atribuição exclusiva do presidente, prevê que os militares podem, provisoriamente, atuar com poder policial.

As operações com militares desse plano no Rio, permitidas por Temer desta sexta-feira até 31 de dezembro deste ano, podem acontecer inclusive nos fins de semana. No papel, já pode haver operação neste sábado.

No Palácio do Planalto, assessores afirmam que os militares não farão policiamento ostensivo ou partirão para enfrentamento direto com bandidos. Isso deverá continuar sendo feito pelas forças de segurança local. O papel das Forças Armadas seria de "apoio", inclusive em rodovias e fronteiras. Deverá ser usado o Comando Militar do Leste para as missões-surpresa no Rio. O comando, em janeiro, tinha 47,5 mil agentes.

Ministros pedem apoio da Igreja para o plano de segurança do Rio
Um dia depois de prever uma reação de "guerra" contra o tráfico de drogas no Rio, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, foi pedir o apoio da Igreja para as ações prometidas dentro do Plano Nacional de Segurança. Ele chegou na manhã desta sexta-feira à sede da Arquidiocese do Rio para conversar com o arcebispo do Rio,cardeal Dom Orani João Tempesta. Jugmann está acompanhado do ministro da Justiça,Torquato Jardim.

— No que a Igreja pode ser útil no seu plano?
A pergunta do arcebispo abriu a reunião com os dois ministros .

— A Igreja pode ajudar muito —- respondeu o ministro da Defesa.
Após a resposta de Jungman, houve uma troca de olhares e Dom Orani, então, pediu que a imprensa deixasse a sala. A entrada de fotógrafos e cinegrafistas foi permitida no início do encontro, que começou com uma hora e 25 minutos de atraso, no Palácio São Joaquim, na Glória.

Após a reunião, Dom Orani afirmou que não se resolve violência com violência:
- Não é dessa forma (com guerra) que se resolve esses conflitos. Não é com violência que se resolve a violência. A Igreja deseja que reine a paz social. Esse é o caminho que sempre trilhamos e queremos colaborar - afirmou Dom Orani.

Ao ser questionado sobre o motivo da reunião, o cardeal afirmou que é missão da Igreja ajudar a superar a violência. O arcebispo, entretanto, não divulgou nenhuma nova ação social. Disse que os ministros ouviram as ações de Igreja Católica que já são desempenhadas:

- Creio que é uma missão da igreja junto com os poderes constituídos superar a violência e trazer a paz social. Não é apenas uma questão de e ter pessoas que vão trabalhar com polícia, mas ter uma sociedade mais justa e fraterna. O ministro veio trazer suas preocupações, que o governo deseja colaborar no Rio e, ao mesmo tempo, ouvir o que temos feito. Trabalhamos nas comunidades, nos presídios - afirmou Dom Orani.

O ministro da Defesa Raul Jungman afirmou que a visita ao arcebispo do Rio foi com a intenção de explicar o plano de segurança que será desenvolvido no Rio.

- Viemos aqui com três objetivos: explicar o que queremos e estamos fazendo. Em segundo lugar, dialogar. Ouvir e pedir contribuições. Em terceiro, e isso é muito importante, queremos a participação da sociedade. Viemos reforçar isso. A igreja católica tem uma autoridade espiritual e tem uma participação e um conhecimento na busca pela paz é o combate à violência que é imprescindível para todos nós - afirmou Jungman.
Ao ser questionado se a visita era uma espécie de pedido de benção à operação, um dia após a declaração de que a sociedade precisa estar preparada para uma possível reação de criminosos, Jungman afirmou que o objetivo da ação é a segurança:
- Eu posso lhe dizer que o nosso objetivo é promover a paz é a segurança. Eu me referi naquele contexto (sobre a guerra) que se houver uma reação, se nós declararem guerra, estaremos firmes e não recuaremos. Mas nosso objetivo aqui é a paz é a segurança.

Na quinta-feira, no Rio, Jungmann disse acreditar que a atuação das autoridades para conter a criminalidade do Rio pode gerar uma guerra. Segundo ele, não é possível fazer o combate da violência sem esperar uma reação dos criminosos.

— Recentemente em operação feita pela Policia Civil foram apreendidos 60 fuzis. Em seguida, começaram os incêndios de ônibus. Isso é um teste. Se o Rio quer de fato ter a decisão de enfrentar, como nós temos, o crime organizado, é preciso dizer para essa mesma sociedade que sim, vamos ter custos e que terá reação - disse o ministro.

Jungamn,  anunciou na quinta-feira que as operações do Plano Nacional de Segurança não seguirão o modelo de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) usual, com patrulhamento ostensivo realizado pelas Forças armadas. As ações serão de inteligência e de integração do trabalho policial das tropas estaduais. Com isso, ele não anunciou o início das ações, mas afirmou que será em breve, e disse que o efetivo das tropas já lotadas no Rio já são suficientes.

Forças Armadas vão patrulhar as ruas do Rio

Ministro da Defesa disse que reforço fica até dezembro de 2018

Rio - O ministro da Defesa Raul Jungmann informou, na noite desta sexta-feira, que as Forças Armadas voltarão a patrulhar as ruas do Rio pela segunda vez em 2017. Agora, segundo o ministro, o efetivo do Exército, Marinha e Aeronáutica ficará até dezembro de 2018. No início de fevereiro, a pedido do governador Luiz Fernando Pezão, nove mil homens foram destacados para a função durante nove dias.

Na ocasião, com a Garantia da Lei e Ordem (GLO), os militares patrulharam a orla da Zona Sul da cidade e vias expressas, como a Avenida Brasil e Transolímpica, além de pontos de Niterói e São Gonçalo, na Região Metropolitana. À época, a GLO foi decretada no Rio num momento em que o estado enfrentava protestos de familiares de policiais e de manifestações sobre a votação da privatização da Cedae.

Militares patrulharam ruas do Rio em fevereiro
Daniel Castelo Branco / Agência O Dia

Em entrevista ao RJTV, o ministro não revelou o dia que a atuação deve começar efetivamente, alegando que a surpresa é um fator importante do plano, mas disse que disse os militares podem ser acionados a qualquer momento, em operações conjuntas com as forças de segurança estaduais. 

"A presença será permanente mas descontínua. Ou seja, teremos ações que serão realizadas contando com apoio das Forças Armadas e policiais. No momento seguinte, se para essa operação e se iniciam outras (operações)”, afirmou o ministro.

O contingente de militares a ser utilizado nas operações não foi especificado. “Não precisamos de muitos recursos de fora (do estado). Só para dar um exemplo, a Vila Militar (na Zona Oeste), que é a maior unidade militar da América do Sul, tem 12 mil homens. Na totalidade das três Forças temos 35 mil homens (no estado)”, afirmou.

O comando das operações deve ser integrado entre as forças federais e estaduais. “Nós já estamos ativando um Estado-Maior Conjunto com Exército, Marinha e Aeronáutica para apoiar esse plano integrado (...). A essência deste plano é a inteligência para que você saiba onde está o comando do crime organizado. (...) Utilizando o efeito surpresa e a integração de todas as forças sejam elas policiais e militares (vamos) golpear o crime organizado, a bandidagem no Rio de Janeiro”, prometeu.

União vai liberar R$ 700 milhões 

O governo federal vai desembolsar cerca de R$ 700 milhões para apoiar ações de segurança no Rio. A verba deverá ser usada, entre outras finalidades, para pagamento de insumos, como munições e até abastecimento de viaturas de polícia. 

Os recursos não serão entregues para o governo do estado porque há temor de que sejam destinados a outras atividades, devido à crise, e serão desembolsados mês a mês, até o fim do ano. O dinheiro será usado ainda para garantir o trabalho da Polícia Rodoviária Federal, que controla as estradas para coibir o contrabando de armas e drogas, além de manter a atuação de agentes da Força Nacional.
Agentes da Força Nacional estão desde maio no Rio, atuando na região da PavunaSeverino Silva / Agência O Dia

Anunciada como uma novidade pelo governador Luiz Fernando Pezão, após reunião realizada na quinta-feira no Palácio do Planalto, com o presidente Michel Temer, o envio dos 800 novos homens da Força Nacional e da PRF, na verdade, já tinha acontecido. Como esclareceu o governo federal, eles estão trabalhando no Rio há duas semanas.
Atualmente, 260 agentes da PRF e 620 da Força Nacional estão auxiliando no patrulhamento do Rio desde maio, quando chegaram os primeiros agentes de outros estados. Também está prevista a chegada de 120 policiais rodoviários federais ao estado nos próximos dias. Este contingente ficará no Rio até dezembro do ano que vem.

Medida já foi criticada por especialista

A primeira presença das Forças Armadas já foi alvo de críticas. À época, O DIA ouviu uma das autoridades no assunto. Especialista em segurança pública e professor da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), Ignácio Cano acredita que a presença das Forças Armadas no Rio ocorre devido à perda de controle do governo estadual no avanço da criminalidade. “É óbvio que a Garantia de Lei e Ordem (GLO) é um atestado da incapacidade do Rio em prover segurança”, disse.
Nove mil militares das Forças Armadas patrulharam o Rio até o dia 22 de fevereiro
Foto: Daniel Castelo Branco / Agência O Dia

GLOs são ações coordenadas ou apoiadas pelas Forças Armadas que visam garantir “a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio”. Os alvos, de acordo com a portaria que a instituiu, são “grupos de pessoas cuja atuação momentaneamente comprometa a preservação da ordem pública ou ameace a incolumidade das pessoas e do patrimônio”. 


A ideia de usar as Forças Armadas para defender a Assembleia (Legislativa) dos manifestantes é perigosa e coloca as mesmas em uma situação muito delicada”, afirmou Cano.

Fonte: O DIA

sexta-feira, 14 de julho de 2017

Juiz tenta da carteirada em General e leva um não.

Detentos do Presídio de Cruzeiro do Sul no Acre, fizeram motim, queimaram colchões, tocaram o horror na unidade prisional. 

O estado chamou a PM e a PC para "tentar" resolver o problema acompanhados logicamente pela justiça e Direitos Humanos. Resultado? não conseguiram resolver o problema, talvez justamente por causa desse "pequeno" empecilho, justiça e DH que estão mais interessados em "preservar" os direitos dos vagabundos do que da sociedade. 

Pois bem! O estado, não satisfeito, resolveu chamar o EXÉRCITO BRASILEIRO. O exército Comandado pelo General José Eduardo interveio e começou a operação de varredura ao presídio. A justiça e os DH sob direção do Juiz Torquato, acostumados a sempre darem "carteirada" na PM, PC, BM etc, sob o pretexto de protegerem a integridade física de vagabundos, resolveu fazer o mesmo com o General de Exército. Resultado? FORAM BARRADOS 

O General lhes disse que "após" varredura e volta do reestabelecimento da lei e da ordem no Presídio, liberaria a entrada da justiça e dos DH.

Como resultado da operação o Exército Brasileiro conseguiu encontrar 400 objetos cortantes, 97 perfurantes, 31 barras de ferro, além de dois celulares. 

Presídio voltou à normalidade, a justiça e os DH que adoram atrapalhar os trabalhos dos segmentos de Segurança não conseguiram seu intento, foram BARRADOS, e o país bate palmas para a ação do nosso glorioso EXÉRCITO BRASILEIRO. 

PARABÉNS GENERAL!!!

Agora veja essa! O juiz e os DH não satisfeitos c a atitude corretíssima do General, resolveram juntar forças com a mídia (maioria vive protegendo vagabundos e falando mal da Polícia) e atacam o General com todas as forças visando denegrir a imagem do Exército e do General. 


terça-feira, 11 de julho de 2017

Desafios de uma sociedade em guerra - Liga Democrática Liberal


O Rio de Janeiro vive sua guerra diária, onde os desafios devem e podem ser enfrentados. O Partido LIGA Democrática Liberal não poderia estar de fora desse enfrentamento e, como divulgado, realizou o Forum denominado “Os Desafios de uma Sociedade em Guerra”.

Abertura do Fórum denominado "Os Desafios de uma Sociedade em Guerra" pelo Secretário Nacional do Partido LIGA Democrática Liberal, Marcos Marins.

O evento foi realizado nas dependências da Associação Brasileira de Filosofia, Rua do Riachulo 303, antiga residência do Marechal Osório, Ministro da Guerra de D. Pedro II, Patrono da Cavalaria do Exército Brasileiro, detentor do título de Marquês de Herval e Senador do Império, abrigou anteriormente o Museu do Exército. O Marechal Osório a ganhou de D. Pedro II. É uma das mais antigas casas residenciais do Estado do Rio de Janeiro, senão a mais antiga.


Os palestrantes convidados pelo LIGA e pela ABF compareceram sem ônus para os organizadores, entendem que é preciso uma mobilização da sociedade em prol dela mesma e o enfrentamento desta situação em que os políticos nos colocaram. De todo o conhecimento transmitido ficou entendido por unanimidade que a culpa de todas as mortes ocorridas neste País, pode ser creditada a ação ou omissão das canetas dos políticos e com uma certa conivência do judiciário que aparelhado, se queda à falta de responsabilidade ou até faz também parte da quadrilha. Ainda existe uma leva de Juízes capazes, idôneos e sensatos, fazendo o enfrentamento e buscando na sociedade apoio, sem o que, não há resultados.

A sociedade tem que entender que há nela uma responsabilidade intrínseca, dita pela Constituição, é justamente o que se extraí do art. 144, caput, pois a segurança pública é um dever do Estado, sendo responsabilidade e direito de todos, cuja finalidade é a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio.


Convites foram enviados às três Forças Militares, como também aos órgãos de Segurança Pública do Estado e Município do Rio de Janeiro, onde ressaltamos que só a Guarda Municipal do Rio de Janeiro se fez presente com o Sub Inspetor Arimatéia representando a Inspetora Tatiana e obviamente, a sua Corporação.


Sentimos a falta do Coronel e ex comandante da PMERJ Mario Sergio que, convidados pela Academia Brasileira de Filosofia, faltou seu compromisso firmado, não comparecendo nem emitindo nenhum comunicado, o que apesar de ter sido substituído, não fez nenhuma falta no brilhante evento.


Representantes da Polícia federal, Ministério Público, Judiciário e PMERJ se fizeram presentes e colocaram a verdade bem diferente do que as mídias televisivas e escritas insistem em mostrar. Entre o certo e o duvidoso, não fica duvida de que os profissionais sérios envolvidos na questão devem cada vez mais serem mostrados e ouvidos, esclarecendo que a sociedade, ainda carente da informação, deve também se manifestar provida da verdade que o evento traz. Em reportagem recente onde um policial militar foi morto numa tentativa de assalto, vimos estarrecidos uma "repórter" dizer: "bandido atirou para se defender" do policial. Ora, então é esse o entendimento que querem jogar na sociedade, quando a verdade é ao contrário?
 

A matança de policiais não é contra a pessoa do agente de segurança é contra a sociedade é contra a população, é uma demonstração terrorista de que a sociedade está indefesa diante da marginalidade, mostrando a fragilidade das Forças de Segurança que são alvos frágeis tão logo identificados seus agentes numa ação de roubo. Nossos “representantes” que não mais nos representam, têm a obrigação, o dever de emitir leis sérias, leis que endureçam as penalidades contra os terroristas diários protegidos por também TERRORISTAS que se encontram “eleitos” pela sociedade indefesa.
Aproveitamos a vinda do nosso Presidente do LIGA Rio Grande do Norte, Ricardo Caxangá, para sua diplomação no cargo que hoje ocupa com desenvoltura, tendo colocado o seu Estado como líder na coleta de assinaturas de apoiamento.


A PMERJ poderia ter enviado um representante como fez a Guarda Municipal do Rio de Janeiro, mas infelizmente, mesmo convidada, não compareceu. Diversos questionamentos importantes poderiam ter sido esclarecidos, já que o domínio político da Corporação é cada vez mais visível, citado, comentado e questionado. Só pudemos observar foi um "agente infiltrado" com a intenção de coleta de informações sobre o evento e possível "caguetação" de seus componentes convidados pelo Partido LIGA Democrática Liberal, como cidadãos desta sociedade, a participar. O político de hoje nos causa repulsa e nosso pensamento é renovação, renovação que cedo ou tarde estará presente nos rumos da sociedade e da PMERJ.
Hoje a PMERJ retrocede duas décadas. Já não vemos viaturas novas e em abundancia nas ruas, o policiamento é precário. Voltamos a presenciar policiais empurrando suas viaturas, a "bagulhar" os ferro velhos em busca de peças usadas que possam ser reaproveitadas. Os pátios das Unidades Operacionais se abarrotam de viaturas inservíveis, sucatas sendo canibalizadas para que outras sejam recuperadas. Como a duas décadas atrás, os atuais comandantes também se silenciam diante disso e, quando não houver nem a metade do numero de carros necessários à operacionalidade de sua OPM, não saberão responder quando indagados sobre o aumento da criminalidade em sua área de atuação. Aliás, saberão mas mentirão. 

O evento conseguiu manter um público presente de 80 pessoas e flutuante de mais de 400, já que as pessoas escolheram o palestrante que queriam ouvir, como também foram nove horas de evento num dia de semana. 

Mais de 60% dos eleitores são de direita, mas destes 40% invalida seu voto por não comparecimento, anulando ou votando em branco. Ai dizem que as urnas são fraudadas! Pode ser, mas fraudáveis entre eles mesmos, ou acham que dentre os candidatos em todos os níveis nos apresentam ou nos é apresentado um que tenha boas intenções? Não, é um jogo onde um dá tapinha nas costas do outro, mesmo sendo adversários político.


Marcelo Machado, Presidente Nacional do Partido LIGA e Luis Mauro Ferreira Gomes, Coronel FAB, da Academia Brasileira de Defesa.

E preparem-se! Estão ávidos por dinheiro, seja legal ou ilegal para as próximas eleições. Desde o inicio desta jornada Já com trinta anos, o tráfico cresceu assustadoramente, os assaltos a carros fortes e caixas eletrônicos também. Suas fontes de renda são inesgotáveis enquanto formos só observadores e não interferirmos neste processo destruidor.


As Mulheres no LIGA. Com a presença e organização delas, nossos eventos alcançam o sucesso que se espera.

A intervenção somos nós que devemos fazer, com um Partido decente, honesto, sem vicio político e manifestadamente apoiado pela totalidade da direita deste País que até hoje estava carente de um Partido realmente representativo. LIGA, não mais um Partido, mas sim o único de Direita expresso em seu Estatuto, de onde não pode se afastar.
É tempo de se ligar no LIGA!

Site do Partido LIGA

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Caminhão do Exército Brasileiro tomba em Barras e deixa um militar morto

Militares retornavam da construção de uma ponte quando o veículo tombou na PI-113.

Por Maria Romero, G1 PI
09/07/2017 15h01  Atualizado há 17 horas
Caminhão com 30 militates do Exército tombou em Barras (Foto: Barras Virtual)

Um militar do Exército Brasileiro ainda não identificado morreu em um grave acidente no início da tarde deste domingo (9), na PI-113, município de Barras, Norte do Piauí. A informação é de que mais de 20 militares estavam no caminhão que tombou. Os homens eram lotados no 2º Batalhão de Engenharia de Construção, em Teresina.

Duas ambulâncias do Corpo de Bombeiros estiveram no local, assim como do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). A Polícia Militar acompanhou o resgate das vítimas e a Polícia Civil será responsável sobre a investigação do acidente.

Segundo a comunicação do Governo do estado, os feridos estão sendo levados para o hospital Estadual Leônidas Melo, em Barras; Hospital Regional Júlio Hartman, em Esperantina; Hospital Estadual Gerson Castelo Branco, em Luzilândia; Hospital Regional em Campo Maior; Hospital Regional Chagas Rodrigues, em Piripiri; Hospital Estadual Dirceu Arcoverde, em Parnaíba e para o Hospital de Urgência de Teresina (HUT).

Nos três últimos, há leitos de UTI para onde serão levados os mais graves. O HUT reforçou equipes acionando médicos, enfermeiros e técnicos para auxiliar no atendimento. No saguão de entrada, macas aguardavam a chegada dos militares feridos.
 No HUT, equipes se prepararam para receber os militares feridos (Foto: Maria Romero/G1)

O prefeito Carlos Monte, da cidade de Barras, que é médico, disse que desde cedo acompanha o acidente e informou que quatro militares estão em situação mais grave. Um deles, gravíssimo, aguarda ambulância com UTI móvel em coma induzido para ser transferido.
Os outros três já foram encaminhados a Teresina. Eles são Moacir Pereira da Silva Junior, 22 anos; João Victor Alves da Silva, 19 anos; e Chucknorris Pereira de Sousa, 19 anos.
O capitão Miguel Batista, comandante da Companhia da Polícia Militar de Barras informou ainda não se sabe o que teria causado o tombamento do caminhão, que caiu em uma ribanceira.
“Eles estavam voltando da obra de uma ponte que liga as cidades de Batalha e Esperantina e, no caminho, aconteceu esse acidente, mas o que aconteceu para causar essa tragédia nós ainda não sabemos”, declarou.
 Pelo menos 20 militares do Exército ficaram feridos (Foto: Barras Virtual)

Informações aos familiares

Ansiosos, familiares aguardam informações sobre os militares envolvidos no acidente. Segundo a assessoria de comunicação do 2º BEC, alguns feridos menos graves já foram atendidos em hospitais particulares de Teresina.

Na sede do 2º Batalhão, estão disponíveis viaturas que conduzirão as famílias às unidades de saúde onde estejam os feridos. No local há ainda equipes médicas, lideranças religiosas e psicólogos para garantir suporte aos parentes.


Fonte: g1.globo.com

sexta-feira, 7 de julho de 2017

PF acaba com grupo de trabalho da Lava Jato em Curitiba

Decisão foi comunicada informalmente aos últimos quatro delegados da equipe; investigadores da polícia e procuradores da República temem pelas consequências à operação

MURILO RAMOS E DIEGO ESCOSTEGUY
06/07/2017 - 13h28 - Atualizado 06/07/2017 15h18 
A Polícia Federal resolveu pôr fim ao grupo de trabalho da Operação Lava Jato em Curitiba. A decisão, segundo três fontes com conhecimento direto do fato, foi comunicada informalmente aos quatro delegados que ainda restavam no chamado GT da operação – o jargão que a polícia usa para se referir a uma força-tarefa. Espera-se a formalização do desmanche no próximo boletim interno da Superintendência da PF no Paraná, que deverá sair na segunda-feira. Em Curitiba, atribui-se a decisão ao diretor-geral da PF, Leandro Daiello.


Os delegados e agentes voltarão a ser lotados na Delegacia de Repressão à Corrupção e Crimes Financeiros, a Delecor. Deixarão de se dedicar exclusivamente à Lava Jato, passando a dividir casos da operação com quaisquer outras investigações. Não há dúvida entre os investigadores de que a produção de provas em processos altamente relevantes – como os dos ex-presidentes LulaDilma Rousseff, entre dezenas de outros – será severamente prejudicada. O mesmo vale para novas frentes de investigação sigilosas, envolvendo, entre outros, operadores e políticos do PMDB e do PSDB. Diante da escassez de recursos e pessoal, novas fases da operação podem nem sequer ser deflagradas, de acordo com procuradores da República e uma fonte no GT da polícia. “É uma asfixia”, diz um dos investigadores.

O diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello (Foto: Charles Sholl/Futura Press)

O desmanche do GT não é uma surpresa dentro da PF. Encerra uma longa agonia, que já durava mais de um ano, apesar dos esforços da direção local no Paraná em manter os trabalhos. Aos poucos, o número de delegados foi caindo. De nove, nos bons tempos da operação, para somente quatro – sem contar a diminuição de agentes, escrivães e peritos. Os principais investigadores da PF em Curitiba deixaram a Lava Jato: Érika Marena, Eduardo Maut e Márcio Anselmo. Com eles, foi embora também boa parte da memória da operação, um ativo essencial num caso tão amplo e complexo – a maior investigação de corrupção da história da PF. Delegados, procuradores e outros responsáveis pela Lava Jato em Curitiba são unânimes em apontar, reservadamente, uma queda acentuada na velocidade e na qualidade do trabalho da PF após a saída dos três. “Os três eram o motor da polícia na operação”, resume uma das principais lideranças da Lava Jato.

A interlocutores, delegados em Brasília, entre eles o próprio Leandro Daiello, comentavam que a investigação em Curitiba estava esfriando e que a equipe não seria mais necessária em razão de uma suposta falta de demanda. Todos em Curitiba – inclusive na PF e no MPF – discordam dessa justificativa. “Temos coisas para fazer e não temos para quem pedir porque eles estão assoberbados de trabalho ordinário”, diz um procurador. “Não têm tempo para desenvolver novas frentes de investigação. Isso se reflete também na ausência de novas operações.” É incontroverso que há centenas de mídias apreendidas nas fases anteriores da operação ainda sem análise.



Os três principais delegados saíram da operação após meses de constante atrito com a Direção-Geral da PF, em função de divergências quanto aos rumos da operação – desgaste que, segundo fontes no GT, aprofundou-se depois da fase 24 da Lava Jato, que mirou o ex-presidente Lula. Delegados e agentes, especialmente os que aceitaram mudar de estado para compor provisoriamente o GT, também reclamavam do que julgavam ser uma inaceitável ausência mínima de condições de trabalho: diárias muito baixas e o acúmulo de casos no cargo de origem – o estoque de investigações subia normalmente enquanto estivessem na Lava Jato; o trabalho seria imenso quando regressassem de Curitiba. “Tínhamos de praticamente pagar para trabalhar”, diz um deles, que aceitou falar somente reservadamente, por medo de represálias. “E ainda por cima faltavam braços para ajudar.” Outro completa: “É uma pena. A PF poderia ter ido muito mais longe.”


Procurada por EXPRESSO, a Direção-Geral da PF confirmou o fim do grupo de trabalho. Mas negou que haverá consequências ruins para a Lava Jato em Curitiba. Em nota, a PF diz:
1. Os grupos de trabalho dedicados às operações Lava Jato e Carne Fraca passam a integrar a Delegacia de Combate à Corrupção e Desvio de Verbas Públicas (DELECOR);

2. A medida visa priorizar ainda mais as investigações de maior potencial de dano ao erário, uma vez que permite o aumento do efetivo especializado no combate à corrupção e lavagem de dinheiro e facilita o intercâmbio de informações;

3. Também foi firmado o apoio de policiais da Superintendência do Espírito Santo, incluindo dois ex-integrantes da Operação Lava Jato;

4. O modelo é o mesmo adotado nas demais superintendências da PF com resultados altamente satisfatórios, como são exemplos as operações oriundas da Lava Jato deflagradas pelas unidades do Rio de Janeiro, Distrito Federal e São Paulo, entre outros;

5. O atual efetivo na Superintendência Regional no Paraná está adequado à demanda e será reforçado em caso de necessidade;

6. A Polícia Federal reafirma o compromisso público de combate à corrupção, disponibilizando toda a estrutura e logística possível para o bom desenvolvimento dos trabalhos e esclarecimento dos crimes investigados.


Fonte: Época

terça-feira, 4 de julho de 2017

O cúmulo será a aprovação da Nova LEI ORGÂNICA da Magistratura Nacional (LOMAN).

Lei da Magistratura viabiliza salto salarial e pacote de benesses

Os ministros do STF encerraram à meia-noite, por meio eletrônico, a votação do texto base


Por: Da Redação


O projeto cria, por exemplo, auxílio-educação para filhos com até 24 anos de juízes, desembargadores e ministros do Judiciário em escolas e universidades privadas; auxílio-moradia equivalente a 20% do salário; transporte, quando não houver veículo oficial; reembolso por despesas médicas e odontológicas não cobertas por plano de saúde, e licenças para estudar no exterior com remuneração extra.

Se você repassar para somente dois amigos nas primeiras horas, em 28 horas toda população brasileira vai tomar conhecimento desse ABSURDO.

Pelo texto, haverá casos em que juízes poderão mais do que dobras seus vencimentos.

Há auxílios para creche, educação, capacitação, saúde, moradia, gratificações para exercer funções, por tempo de serviço, para quem vai estudar no exterior, espécies de 13 e 14 salário para quem julga mais processos do que recebe… E por aí vai.

Além disso, há a possibilidade de enfraquecimento do CNJ e de sua capacidade de punir magistrados.
Após a votação do texto final pelo STF, a matéria ainda precisa ser enviada ao Congresso para apreciação dos parlamentares.

Fonte: