quarta-feira, 19 de abril de 2017

Senado Aprova Lei de Imigração que Rebaixa Cidadania e Soberania Brasileiras


por paulo eneas
O Senado aprovou no início dessa noite de terça-feira a chamada nova Lei de Migração. A lei foi aprovada por 44 votos a favor e apenas 4 contra, com uma abstenção. A lei é de autoria do senador tucano comunista Aloysio Nunes e foi elaborada a partir do lobby realizado por ONGs nacionais e estrangeiras junto aos políticos e junto aos vários órgãos do estado brasileiro aparelhados pela esquerda. Os princípios que regem a lei foram ditados pela ONU e pelas suas agências.

Caso a lei venha a ser sancionado pelo presidente Michel Temer, significará que a condição de ser cidadão brasileiro, nascido ou naturalizado,  passa a ser irrelevante para todos os fins que interessam, bem como para o exercício de determinados direitos. A lei também impõe severas restrições ao trabalho da Polícia Federal e do policiamento de fronteiras para o controle de entrada de estrangeiros no país.

Com a nova lei, o Brasil passará a ser o destino preferencial de todos os tipos de criminosos, terroristas e traficantes, uma vez que a lei cerceia e dificulta o trabalho da polícia federal para esse tipo de controle. A lei também torna virtualmente impossível extraditar qualquer estrangeiro que esteja no país, mesmo que tenha cometido crimes.
Uma das consequências dessa lei será a de que em curto prazo o governo poderá, por meio de medida administrativa, retirar da Polícia Federal a atribuição que ela detém hoje de controlar a entrada de estrangeiros no país. Essa atribuição ficará a cargo de uma nova Autoridade Migratória, a ser constituída com a participação de representantes de ONGs e demais grupos lobistas globalistas que na prática irão passar a controlar a entrada de estrangeiros no país.

O espírito da lei foi explicitado na fala de uma senadora petista durante a votação, que afirmou que a visão a ser adotada com a nova lei é a de que uma  pessoa de outra nacionalidade que esteja em território nacional não seja mais vista como estrangeiro, mas como cidadão detentor de plenos direitos. Em outras palavras, ser cidadão brasileiro nato ou naturalizado no Brasil passa a ser absolutamente irrelevante.

A aprovação dessa lei é uma das mais relevantes e robustas vitórias das correntes políticas de esquerda e globalistas que há anos atuam no sentido de atentar contra os interesses do país, contra nossa soberania e nosso território, e contra a cidadania dos brasileiros.  A aprovação da nova lei mostrou também o quanto petistas e tucanos estão irmanados na defesa de uma agenda ideológica comum de natureza socialista: as defesas mais enfáticas do projeto de lei foram feitas pelos tucanos, aplaudidos por petistas.

Cabe agora aos ativistas e grupos organizados da sociedade dar início a uma articulação mais ampla que envolva ativismo digital, mobilizações de rua, esclarecimento da população e outras ações no sentido de pressionar o presidente Michel Temer para vetar esse projeto. Cumpre perguntar a Temer se ele quer entrar para a história como o presidente que sancionou uma lei que decretou a extinção da soberania e da cidadania brasileiras.

http://criticanacional.com.br/2017/04/18/senado-aprova-lei-de-imigracao-que-rebaixa-cidadania-e-soberania-brasileiras/

No vídeo abaixo encontra-se a gravação da transmissão ao vivo feita na segunda-feira pelo editor do Crítica Nacional falando a respeito da Lei de Imigração.

Ilustração: Pietro Decenzo do Instituto Iniciativa.
#Critica Nacional #True News



por paulo eneas

As ONGs globalistas nacionais e internacionais que apoiam o atual projeto de Lei de Migração, que na verdade diz respeito ao assunto de imigração, ou seja, a entrada de estrangeiros em território nacional, estão divulgando banners e promovendo hashtags com a ideia de que imigrar é um direito. Coloquemos as coisas em termos claros: não existe direito de imigrar. Esse é um conceito que os globalistas estão tentando impor para que, em contrapartida a esse suposto direito, passe a existir a obrigação de todo país aceitar a entrada de estrangeiros.
Se um país for obrigado a aceitar imigrantes, significa que esse país estará se submetendo à imposição de algum órgão ou instância transnacional, para assegurar esse suposto direito de imigrar, e dessa forma abrindo mão de sua soberania no que diz respeito a poder legislar sobre critérios de entrada de estrangeiros em seu território. Mas esse é exatamente o objetivo último de todas as iniciativas dos globalistas: enfraquecer a soberania dos estados nacionais.
Se for para falarmos em direito, termo tão caro e precioso para a esquerda globalista internacional,  o único direito que se aplica nesse caso é o direito de cada estado nacional definir, em nome do princípio da soberania, em que condições e com que critérios os estrangeiros terão permissão para entrar e eventualmente residir em seu território nacional. E o critério que cada estado nacional irá adotar seguramente incorporará, entre outros, a proteção e a segurança de seus cidadãos nacional, bem como a preservação de sua cidadania.

Ilustração: Pietro Decenzo do Instituto Iniciativa.

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